ROTEIRO |  6 DIAS DE PURO DESLUMBRE E MODERNISMO

Nan, qual lugar você moraria hoje? Barcelona. A primeira cidade da minha lista dos sonhos.

 

Conheci Barcelona em agosto de 2015, no último mês de uma longa viagem pela Europa.

Lembro que desci do ônibus a cinco quarteirões do hostel, próximo da Plaça de Catalunya, super cansada, com uma mala gigante difícil de carregar, debaixo de um calor teeenso.

 

Mas gente... eu fiquei imediatamente fascinada com a cidade e as suas construções.

Larguei tudo e comecei a tirar fotos compulsivamente para eternizar toda aquela beleza do encontro com Modernismo e o movimento Art Nouveau dos slides de história da arte que estavam ali, literalmente concretizados na minha frente.

 

“O Art Nouveau colocou como meta uma reconfiguração abrangente de todas as áreas vitais.

O espaço foi visto como uma obra de arte integral, e dentro dele deveria ocorrer um concerto de todas as artes e uma interpenetração entre arte e artesanatos.”  

Aaaah tá professor, agora eu entendi.

 

Viva o modernismo catalão que recusou o estilo da arquitetura industrial da primeira metade do século XIX na construção da cidade. No final do século XIX e início do XX, Barcelona já era uma das cidades onde esse movimento se desenvolveu com mais força e personalidade. UAU

 

Sim, foi um UAU atrás do outro.

 

Barcelona teve a sorte danada de ter quatro cidadãos brilhantes, Antonio Gaudí, Josep Doménech i Estapá, Lluis Doménech i Montaner e Josep Puig i Cadafalch, que “quebravam tudo” na criação de formas fantásticas e estruturas complexas.

Em uma simples caminhada nas ruas você consegue identificar as obras primas dos arquitetos e escultores que não economizaram nos ornamentos e colocaram no exterior dos edifícios animais, pássaros, borboletas, personagens, folhas e flores como elementos decorativos, aplicadas em forma de pinturas ou como adornos de ferro, metal, pedra, madeira ou cerâmica. Bom, explicado o motivo de tanta emoção imediata, vou seguir com o roteiro que fiz de 6 dias.

Dia 1 | SAGRADA FAMÍLIA

Ficamos hospedados em Eixample, bairro ótimo e perto de tudo. Fizemos muitos passeios a pé. Chegamos de tarde, andamos pelo bairro e fomos à Sagrada Família.

Sabe aquela dica de se emocionar com uma obra de arte? Pois bem... Eu chorei durante uns 10 minutos lá dentro. Gaudí meu querido que talento. Se você for pra Barcelona, NÃO FAÇA A CAGADA DE NÃO ENTRAR NA SAGRADA FAMÍLIA. É caro, tem fila... eu sei. Mas vale cada centavo, parece óbvio mas conheço umas três pessoas que foram pra Barcelona e não entraram. Vá no fim de tarde, com a luz do sol batendo nos vitrais e se perca nos detalhes.

É MARAVILHOSO!

Dia 2 | PRAIAS, orla marítima E LAS RAMBLAS

Fomos para perto do mar visitar a praia La Barceloneta, orla marítima e a modernosa vila olímpica. No caminho tem várias obras para observar como a L’Estel Ferit (“a estrela ferida” em catalão) obra da artista alemã Rebecca Horn, grande Peix (peixe) dourado do famoso arquiteto americano Frank Gehry e a Cabeza de Barcelona de Roy Lichtenstein.

L’Estel Ferit 

Peix

Cabeza de Barcelona

A orla é incrível e descoladíssima, super movimentada e você vê pessoas de todos os tipos e lugares do mundo circulando felizonas. Um ponto que não agrada os brazucas que curtem (como eu) levar o coolerzinho de breja para a praia, é que lá é proibido beber álcool nos roles públicos, você pode levar uma multa braba. Ou você pode se arriscar também ;) O fervão noturno fica nesses arredores, com muitas opções de bares e baladões para acordar satisfeito ou arrependido no dia seguinte.

A noite fomos conhecer a famosa Las Ramblas, tudo muito caro e pega turista... glamorosos que somos, terminamos tomando cerveja do McDonald’s e fomos à Plaça Reial, onde você encontra  o verdadeiro espírito da noite barcelonesa, com bares e casas noturnas mais undergrounds frequentados principalmente pelos moradores da cidade. 

Casa Batlló | Mas Gaudí, o senhor é destruidor meixmo hein?!

 

Mais uma construção naturalista e orgânica inspirada principalmente pelo ambiente marinho.

O jogo de luzes, vitrais, formas arqueadas e os mosaicos de cerâmica multicoloridos sem dúvida vão te impressionar.

O tour é guiado, você recebe na entrada uma tela touch com áudio que faz projeções interativas dos ambientes na tela e conta a história da casa, é legal demais. Mais informações clique aqui.

Não esqueça de olhar para o lado | Casa Amatller e Casa Lléo Morera 

 

Ao lado e igualmente impressionante fica a Casa Amatller do arquiteto Josep Puig i Cadafalch um dos gênios arquitetos que citamos como os principais da história modernista catalã. Ela fica grudada na casa Batlló e dá para dar uma espiadinha quando você sobe no terraço.

 

Dois edifícios a direita da Casa Amatller está a casa Lléo Morera que foi transformada pelo modernista Domènech i Montaner a pedido da família Lleó Morera, mais uma família burguesa (bem rica) catalã que queria um lugar incomparável para morar, que superasse a concorrência das “humildes” casas vizinhas.

 

Se você tiver tempo, vale muito visitar as três. O nosso tempo era curto e tivemos que escolher.

Casa Lléo Morera

Casa Amatller

Miscelânea Modernista x Convencional

 

Uma curiosidade que você vai notar andando na rua Passeig de Gràcia, são os diferentes estilos de algumas construções. Lá em 1875 foi construído um conjunto de prédios e casas convencionais nessa rua. Em 1903 chegou na área Josep Batlló, um ricão da indústria têxtil que contratou Gaudí, já ganhador de um concurso anual de construções artísticas, para reconstruir o edifício 43 que se tornou a Casa Batlló. Ao mesmo tempo Lluís Domènech i Montaner transformava a Casa Lleó Morera e alguns anos antes o Josep Puig i Cadafalch reformou a Casa Amatller.

 

Por causa dessas três casas, a Passeid de Gràcia ganhou o apelido de “Manzana de la discordia”, um mix doido e lindo de edifícios convencionais e imóveis modernistas que se transformaram em um dos principais pontos turísticos da região. 

A tarde fomos ao Parc De Montjuïc, por lá tem um monte de coisa para fazer.

As principais atrações da região são:

 

Pavilhão Mies van der Rohe

Centro cultural CaixaForum

Museu Poble Espanyol

Museu National d'Art de Catalunya

Como não tivemos muito tempo, subimos até o mirante (tem a opção de ir de teleférico), que tem uma vista incrível, e aproveitamos o fim da tarde no parque.

A noite vimos a fonte mágica que fica em frente ao Palau Nacional. É um super show de som e luzes, bem emocionante! Antes de visitar clique aqui e confira os horários de funcionamento.  

;)

CLIQUE NAS ATRAÇÕES

PARA + INFORMAÇÕES

Dia 4 | Park Güell, Casa Vicens e Palau de la Música Catalana

Fomos bem cedinho para conhecer o Park Güell. Confesso que estava bem ansiosa para conhecer e sentar no famoso banco de serpente todo coberto de trencadís (técnica para criação de mosaico com pedaços irregulares de cerâmica ou outros materiais) de cores infinitas.

Mas, chegando lá, o parque estava lotadíssimo e com uma fila enorme até a bilheteria onde eram vendidos os ingressos de acesso a área dos bancos. Tentamos comprar online mas o sistema

do site tinha caído. Aqui fica minha dica importante, compre tudo online e não deixe para a última hora. As vezes uma falha técnica pode acabar com o seu passeio.

 

Fiquei meio frustrada, mas aproveitamos muito as outras partes do parque, demos uma relaxada, ouvimos artistas de rua fazendo um som incrível, vimos as crianças correndo atrás das bolhas de sabão, sentimos a brisa das árvores e nos deslumbramos com essa obra de arte a céu aberto.

Natureza + Gaudí =

inspiração pura

O interessante é que essa obra genial do Gaudí não foi pensada para ser um parque.

O projeto inicial era a criação de um condomínio fechado, numa pegada “oásis-cidade-jardim” afastada do centro, sob encomenda do industrial e político catalão Eusebi Güell.

 

O impressionante é que quase ninguém se interessou pelo projeto e apenas duas casas foram construídas, uma delas servindo de residência para o artista, onde hoje funciona a Casa Museu Gaudí, aberta para visitação.

Em 1918 iniciou a transformação do projeto em parque público e em 1984 o Park foi declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.

Indo para o hostel passamos em frente à Casa Vicens, você deve ter ouvido falar bastante dela este ano. Depois de anos em reforma ela finalmente foi aberta ao público.

 

Quem visitar Barcelona em 2017 vai ter a sorte de conhecer por dentro a casa onde tudo começou. O primeiro e notável projeto residencial do Gaudí, iniciado em 1883, antecipa o estilo orgânico do artista e parece um jardim vivo com plantas, pássaros e cores vivas, se impondo na paisagem do bairro. Queria levar um pedaço daquele edifício pra mim.

Só um azuleijinho vai?

Essa intensidade toda foi um pedido de Manuel Vicens i Montaner, dono de uma fábrica de telhas e azulejos que usava a casa como um cartão de visita. 

Esse dia foi f*da. Depois das belezas diurnas, nós tomamos uns vinhos a tarde e fomos para o Palau de la Música Catalana ver um showzasso de flamenco.

 

Não sei se foram as duas garrafas de vinho que matamos antes, mas só consigo pensar em palavras exageradas para descrever. Maravilhoso, absurdo, fascinante...

 

A sala de concerto foi construída em 1905 e é sem dúvida a obra mais impressionante do Lluís Domènech i Montaner. Cada detalhe da fachada te deixa ansioso para visitar o interior, que sinceramente me emocionou... acho que foi o teto mais lindo que já vi na vida, os vitrais, lustres, mosaicos e esculturas que representam os espíritos da música são poéticos.

Você se sente realmente privilegiado de estar lá.

 

Quer saber o melhor desse espetáculo?

Foi o show mais barato de flamenco que encontramos, um privilégio acessível e inesquecível.

Se deslumbre com o 360° do Palau de la Música e Clique aqui para conferir a programação.

Dia 5 | Barri Gòtic, CALL, lojas, brechós e La Pedrera (Casa Milà)

Dia de bater perna no Barri Gòtic. Não vá esperando um monte de tumbas e adolescentes vestidos de preto. O bairro gótico (suave) está lá desde o tempo dos romanos e se tornou o conjunto medieval onde fica o coração histórico de Barcelona e leva esse nome por causa do estilo de suas construções.

Polêêmica – Gótico Poser?  

Existem vários edifícios góticos reais no bairro, como o La Llotja (construído no séc. XIV), mas a tese de doutorado do pesquisador Agustín Cócola, de 2010, discute a autenticidade de alguns prédios e aponta que vários deles não são originalmente góticos, mas sim restaurações ou novos projetos realizados no final do século XIX, construídos principalmente para atrair e encantar os visitantes da Expo Mundial, que aconteceria em 1929.

Um bom exemplo dessa tese é o antes e depois da fachada da Catedral de Barcelona, construída entre 1882 e 1913 por Josep Oriol Mestres e Augusto Font Carreras. Um ícone do estilo gótico do bairro, ela teve sua construção iniciada no final do século XIII e não parecia em nada com o projeto final.

ANTES

ANTES

DEPOIS

DEPOIS

Curiosidades a parte, saímos da Plaça de Catalunya e caminhamos pelas ruelas que ficam cada vez mais estreitas e charmosas. É importante ir com tempo para passear com calma e se esbaldar em lojinhas que vendem todo tipo de coisas criativas: quadros, ilustrações, letterings, luminárias, bijus, cerâmicas e etc... Tem também brechós e lojas de artigos vintage que mais parecem galerias de arte. Muita coisa linda, muita!

Dia 3 | CASA bASTLlÓ, Passeig de GràciA, Parc De Montjuïc E FONTE MÁGICA

No caminho da casa Batlló nós passamos em frente da Fundació Antoni Tàpies.

Tápies foi um pintor catalão, considerado um dos mais importantes do século XX. O prédio foi uma das primeiras obras do período modernista construída pelo Lluís Domènech i Montaner. A fachada, diferente da maioria dos edifícios do bairro, tem uma influência do estilo mudéjar mas o que chama mesmo a atenção é a escultura Núvol i cadira (nuvem e cadeira).

 

FIQUE DE OLHO: A Fundação recebe também exposições temporárias, conferências e ciclos de cinema. Antes de visitar a Fundação, clique aqui e confira programação.

No caminho de volta identificamos alguns protestos como esse: 

“Turista, o aluguel de apartamentos de férias em Gràcia está destruindo o tecido sócio-cultural local e promovendo a especulação. Muitos moradores locais estão sendo forçados a se mudar. Aproveite sua estadia”.

 

Em 2015, com o “boom” de sites como o Airbnb que aluga apartamentos a preços acessíveis, os moradores já estavam bem incomodados com a enorme quantidade de turistas e com a especulação imobiliária que aumentou o preço dos imóveis nas regiões mais turísticas.

Por isso, o conselho municipal aprovou uma lei em janeiro de 2017 que proíbe hotéis novos ou apartamentos para visitantes não licenciados em qualquer lugar no centro de cidade.

amor de Loja | Art Montfalcon

Chegando na Plaça Nova você vai se deparar com um prédio com diversos frisos em suas fachadas. As intervenções no edifício foram feitas a partir de desenhos de Pablo Picasso, que curtiu boa parte da sua juventude na cidade e deixou de herança uma rica coleção de obras produzidas nessa fase.

Se você é um grande fã do cara, o escritório de turismo de Barcelona indica os lugares onde é possível encontrar as obras do artista. Clique aqui e veja o mapa.

Como o bairro é uma viagem na história vou resumir alguns lugares legais para conhecer por lá:

 

Museu Frederic Marès | Exposição de parte da coleção artística do escultor catalão Frederic Marès (1893-1991)

Plaça Sant Jaume | onde a politicalha se reúne na prefeitura da cidade e no Palau de la Generalitat  a sede do governo da Catalunha.

 

Bairro Judeu Call | Formado por ruas muito estreitinhas e irregulares.

Nós que comemos e bebemos com os olhos, paramos no pequeno e charmoso Salteiro.

O restaurante é tão diferente e rustico que foi impossível não fazer uma pausa para sangria.

Carrer de Ferran e Avinyó | A concentração criativa dos brechós, lojas e bares lindos. Entre no brechó/bar flamingos club, uma chuva de estampas e neons com peças inusitadas. 

 

Plaça de Sant Miquel | Onde fica a incrível escultura metálica feita pelo artista Antoni Llena em homenagem aos castellers (torres humanas muito tradicionais em Barcelona).

“Todo mundo espera alguma coisa, de um sábado à noite”

Alguma coisa a gente sempre espera mesmo, ainda mais no último sábado da viagem.

Eu só não esperava ver “A essência do Gaudí com jazz ao vivo”. Quando soube que esse evento de jazz rolava na Casa Milà eu pirei de verdade.Era fim de viagem, não tínhamos muito mais grana para torrar, mas fui até a bilheteria e... Toma aqui o meu dinheiro, me dá dois.

Foram os 60 euros (30 para cada) mais bem gastos da viagem.

Para fechar com chave de ouro, fizemos o tour a noite para conhecer a La Pedrera, também conhecida como Casa Milà, mais uma obra do Gaudí que parece um sonho. Construída em 1906, o prédio foi encomendado por Pere Milà, um jovem endinheirado da indústria têxtil que era casado com a viúva ricaça Roser Segimon i Artells. O casal podre de rico pediu apenas uma coisa para o Gaudí: ARRASE.

La Pedrera

Casa Milà

Desenhada SEM LIMITES DE ORÇAMENTO (que ostentação minha gente) o Gaudí se empolgou e trabalhou em seu último projeto para que fosse o mais deslumbrante da Passeig de Gràcia e desbancasse as famosas vizinhas, Casa AmatllerCasa Batlló e a Casa Lleó Morera.

 

O tour noturno faz você navegar nas ondas dos cômodos que mais parecem dunas de areia, guiado pela história, maquetes e projeções lindíssimas.

Quando a gente chegou no terraço, o jazz já estava rolando, recebemos duas taças de espumante e ficamos ali... desacreditando da sorte de viver aquele momento.

Estava uma noite quente e a lua estava cheia. Foi lindo.

 

Essa é uma experiencia imperdível. Se você tem planos de curtir o verão por lá, clique aqui para conferir a programação e já coloque na lista de prioridades.

Não se esqueça de olhar para baixo

Quando fomos comprar os ingressos para o jazz, reparei nos desenhos incríveis das lajotas da calçada e na sequência eu entrei na loja de souvenires da casa Milà. Logo descobri que também era obra do Gaudì e, se você quiser (e puder), pode desembolsar €54.00 para levar um pedaço das ruas de Barça para casa.

Dia 5 | LA RIBERA, EL BORN E PARC DE LA CIUTADELLA

No centro do bairro La Ribera fica o centro cultural El Born, que foi projetado por Josep Fontserè i Mestre, outro gênio da arquitetura modernista, e construído em 1878. Até 1977, essa obra de arte em estruturas de ferro funcionou como um mercadão do bairro.

 

A grande surpresa veio em 2002, quando iniciaram uma grande obra de restauração para transformar o local em uma biblioteca pública.

No meio do quebra-quebra, apareceram restos arqueológicos do século XVIII, quando aconteceu a guerra de sucessão espanhola, um período difícil que marcou para sempre a história da nação catalã.

Não faria sentido continuar o projeto inicial depois dessa descoberta histórica, então o El Born se tornou um centro cultural, que foi aberto ao público só em 2013.

Não paga para entrar, precisa de ingressos apenas para conhecer as ruínas de perto ou para eventos e exposições especiais. Veja a programação aqui.  

Nos corredores tem alguns restaurantes e uma livraria que você vai se apaixonar.

Fiquei no mínimo uma hora tentando escolher entre livros ilustrados e presentinhos criativos.

Tem muita coisa linda, principalmente para os pequenos, com alguns brinquedos da nossa infância, caleidoscópios, jogos de madeira, cartas e palitos. Legal demais ❤

Essas beleza de livro e guia eu não resisti e trouxe pra casa. Barcelona Travel notebook by Sagar. Recomendo comprar nos primeiros dias, porque além de lindo ele tem dicas incríveis.

A última parada, já com um aperto no coração das saudades antecipadas, fomos caminhar pelo PARC DE LA CIUTADELLA.

 

Entramos pelo grandioso Arc de Triomf, caminhamos entre as bolhas de sabão pela Passeig de Sant Joan, avistamos o Castell dels Tres Dragons (Castelo dos Três Dragões), também construído pelo Lluís Domènech i Montaner no estilo neogótico (o modernismo chegou depois), e passamos pelas estufas do parque, que também são lindíssimas.

 

Deitamos na grama, tiramos um cochilo, tomamos um sol e apreciamos os últimos minutos da nossa visita. É preciso calma para processar tantos dias de informação e inspiração.

Espero que o roteiro de Barcelona seja útil para sua viagem. Como todos os conteúdos do blog, ele serve principalmente para você ir com o olhar afiado e não perder nenhum detalhe.

 

Seguimos inspirados e inspirando. Qualquer dúvidas, dicas e sugestões estou por aqui 😉

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